Nos
dias atuais temos o desprazer em constatar a existencia deste
fenônomeno maléfico e maldito chamado droga, e em especial uma variável
sua de nome CRACK.
Algumas definições para a palavra Crack:
Crack
|cráque|
(palavra inglesa)
substantivo masculino
1. Cessação de pagamentos.
2. Crise bancária ou financeira.
3. Baixa geral em títulos cotados.
4. [Química] Estupefaciente obtido a partir de cocaína, bicarbonato de sódio e outras substâncias químicas.
5. [Informática] Programa que permite quebrar o sistema de segurança de uma aplicação.
Sinônimo Geral: CRAQUE
Plural: cracks.
Vide "crack", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.
A
verdade é que a substãncia química que hoje arrasta milhões de pessoas
no mundo inteiro para a morte, também financia capanhas políticas,
produz em paralelo um comércio com os produtos de Furtos e Roubos, gera
uma economia informal e imoral nas sociedades e desgraça as familias
que tem membros dependentes de drogas.
É preciso dizer que o usuário de Crack
já é aquela pessoa que chegou ao fundo do poço, pois siginifica que
este usuário já consumiu diversos tipos de alucinógenos até desembarcar
no Crack, significa por exemplo que um
usuário de maconha fica vários dias sem fumar o cigarrinho do capeta,
significa que um alcóolatra consegue ficar dias sem ingerir uma gota de
álcool sequer e assim por diante, mas, o dependente do Crack não fica um dia sequer sem usar a droga, além disso ele fuma o cachimbo do Crack
o dia inteiro nos sete dias de semana sem parar, sem comer, beber ou
dormir corretamente sendo esta a justificativa para a degradação total
do corpo e do cérebro do usuário.
Já
são muitas as ações sobre o tráfico e o consumo de entorpecentes, mas
são poucos os países que tomaram medidas acertadas para resolver estas
questões, infelizmente no Brasil o poder público desenvolve poucas
políticas do verdadeiro combate às drogas, ficando isso mais por conta
de Ongs e das pastorais que promovem as campanhas mais eficientes contra
este malefício.
As
Leis brasileiras são muito leves ao serem aplicadas em relação à todos
os crimes, que no final acaba porbeneficiar o traficante e o usuário,mas
secondenassem com prisão máxima o traficante, seja ele qual fosse,
onde este Infrator fosse penalizado de várias formas como por exemplo
pagar multas equivalente ao valor da droga apreendida em toda sua sua
conexão criminosa, pagasse sua estadia no cadeia e ainda pagasse um
valor que servisse de Fundo para Tratamento de Viciados, além de punir o
usuário e sua familia também, pois são dentro das familias que nascem
os usuáriosdedrogas, e após aderirem ao vicio tanto mal causam à
sociedade, ainda alimentam vários outros crimes, como os Roubos,
Furtos, Estelionatos, Danos de toda ordem, chegam ao ponto de causarem
enormes prejuizos até mesmo para sua família, onde nos casos extremos os
usuários chegam a matar pais e irmãos em detrimento do seu vicio.
O
Brasil é considerado o maior consumidor de crack do mundo, com cerca
de um milhão de dependentes. Os locais públicos de consumo em massa são
conhecidos como “cracolândia”, verdadeiros redutos de compra e consumo
desta droga a céu aberto. No país, as cidades que mais possuem
aglomerações de dependentes em cracolândias são Rio de Janeiro e São
Paulo.
A
maior cracolândia do Brasil é a cidade de São Paulo. Na tentativa de
superar esse problema social e de saúde pública, alguns estados da
federação têm endurecido o combate à epidemia do crack. Porém, deter e
prender os dependentes químicos tem sido considerada a melhor solução.
Desde 2012, as prefeituras de São Paulo e Rio de Janeiro iniciaram
operações para espalhar os viciados pela cidade e, projetos posteriores,
aplicar a internação involuntária para casos de alta gravidade.
Em
São Paulo, a perseguição aos dependentes tinha como objetivo a
internação compulsória dos viciados que perambulavam ou se concentravam
nas ruas, outras cidades do país, como a do Rio de Janeiro, copiou a
ideia e também iniciou operações para deter e internar dependentes.
Porém,
segundo críticos a essas iniciativas, a internação compulsória não
segue todas as etapas de um tratamento eficaz e de um acompanhamento
posterior a alta do paciente, na maioria dos casos, os dependentes
químicos retornam às ruas e caem novamente no vício. Em 2012, o Governo
Federal lançou o programa "Crack, é possível vencer", com verba inicial
de 4 bilhões de reais para ser utilizada até 2014.
Em
2012, foi liberada a quantia de 738,5 milhões de reais para a primeira
etapa de combate à epidemia, a maior parte, cerca de 611,2 milhões de
reais foram para o Ministério da Saúde, R$ 112,7 milhões para o
Ministério da Justiça e R$ 14,6 milhões para o Ministério de
Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Especialistas
criticaram o repasse da verba, por ser subdivida para mais de um setor,
ao invés de ser aplicada somente nos ministérios e secretarias da área
da saúde e assistência social. Por outro lado, os governos não conhecem o
verdadeiro perfil dos dependentes químicos, sendo necessário integrar
as ações entre os governos federal, estadual e municipal,
principalmente, reformando as estruturas do serviço público de saúde.
Fonte: deljipa.blogspot.com.b

