“Apenas uma citação levemente infeliz”. Assim justificou o peemedebista
goiano Kid Neto uma publicação de teor racista feita no Twitter nesta
segunda-feira (23/7) em que chama o presidente do Supremo Tribunal
Federal (STF) de “preto”.
A declaração se deve ao fato de o ministro Joaquim Barbosa, ao
cumprimentar o papa Francisco, ter supostamente ignorado a presença da
presidente Dilma Rousseff, que estava ao lado do Pontífice. Acontece que
antes da cerimônia a petista havia se encontrado separadamente com
Joaquim Barbosa, logo, não houve o tal "vácuo".
Depois da repercussão imediata do tuite, Kid Neto tratou de apagá-lo.
Mas era tarde demais. Alguém já havia feito um print da tela e
eternizado o comentário na web.
Ao Opção Online, Kid Neto, ex-secretário-geral do PMDB
goiano, disse não ser racista e que não tem nada contra o ministro
Joaquim Barbosa. Mesmo assim pediu que não fosse publicado nada a
respeito.
Presente na Constituição Federal, que garante igualdade a todos e veta qualquer tipo de discriminação em terras brasileiras, o racismo é previsto como crime pela Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que em seu artigo 20 diz: "Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional pode resultar em pena de reclusão de um a três anos e multa".
Presente na Constituição Federal, que garante igualdade a todos e veta qualquer tipo de discriminação em terras brasileiras, o racismo é previsto como crime pela Lei Federal nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que em seu artigo 20 diz: "Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional pode resultar em pena de reclusão de um a três anos e multa".
Fonte: Jornal Opção

