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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Em Guajará, RO, dois dos 7 postos de combustíveis estão irregulares

Foto: Leile Ribeiro/G1
Dos sete postos de combustíveis de Guajará-Mirim (RO), apenas dois têm projetos de segurança contra incêndio e pânico e também sistema de proteção contra descarga atmosférica. Segundo o comandante do Subgrupamento do Corpo de Bombeiros do município, major Nivaldo de Azevedo Ferreira, estabelecimentos de Nova Mamoré, Nova Dimensão e alguns instalados ao longo da BR-425 também foram fiscalizados e nenhum tinha os projetos e sistemas de segurança exigidos pela Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Os proprietários foram notificados e assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), na Promotoria Pública de Guajará-Mirim. Eles têm 60 dias para se adequar. “Eles já estão sendo notificados a apresentar essa documentação, há mais de 7 anos, e não sei de que forma conseguiam um certificado de funcionamento temporário. Foi preciso o Ministério Público intervir para eles começarem a se adequar às normas de segurança”, explica o major.

Ainda segundo ele, a prefeitura só pode liberar a licença de construção com mais de 750 m² se for apresentado projeto contra incêndio e pânico. O Código de Segurança e Proteção Contra Incêndio do Estado de Rondônia prevê que os postos de combustíveis precisam ter, além de extintores, sinalizações de emergência e advertência para os perigos; iluminação de segurança; sistema de proteção contra descarga atmosférica e uma reserva técnica de água para ser utilizada em casos de incêndios.

Claudir Titon é gerente de um posto de combustíveis inaugurado em setembro de 2011 e está dentro das normas. “O posto já foi construído com todas as exigências e normas da ANP e também do Corpo de Bombeiros. Os sistemas exigidos são fundamentais tanto para a segurança dos nossos clientes como para a nossa segurança. Sou a favor deste tipo de fiscalização, porque todos têm que seguir as normas”, disse.

De acordo com o TAC firmado no Ministério Público, os proprietários que não se adequarem no prazo estipulado, além de ter o estabelecimento interditado, vão pagar uma multa diária de R$ 1 mil.

Fonte: G1